fevereiro 27, 2008

PENSAMENTOS INÚTEIS

Hoje me lembrei de uma das minhas palas disléxicas mais engraçadas. Num papo sexual pesado, onde os homens se sacaneavam falando sobre como o outro recebia “cabeçada no céu da boca” e “bolada no queixo” – obviamente fazendo uma alusão ao sexo oral – soltei um sonoro e imbecil “é, leva bolada na nuca também!”. Todo mundo riu, mas segundos depois foi possível enxergar um ponto de interrogação enoooorme voando por cima da galera. Ninguém falou nada. E eu morri de rir sozinha. Bolada na nuca? Que porra de posição sexual é essa? Felação de caixa craniana?

Falando em Dislexia, esse probleminha cognitivo – que antigamente chamavam de burrice – é algo que deve ser devidamente diagnosticado por um profissional. Como eu tenho uma opinião sobre tudo, porém, decidi que sofro de dislexia e acabou. Principalmente quando bebo muito álcool, olha só que coincidência. Foi por isso que uma vez na noitada, falei que estava com desejo de sanduíche de quejunto e preso. E na outra, disse que não agüentava mais a música do Bruno e Ramone. Tipos, sertanejo-punk?

Mas tem gente que me barra, siliganão?! Minhas preferidas:
“A vingança é um prato que se come cru” (acho que ela tinha muita pressa em se vingar...)
“Meu namorado me deixou com o pé atrás da orelha”(haja flexibilidade hein???)
“Ela não enxerga um pau diante do nariz” (não consegui comentar à altura).

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